Por que não se deve usar tanto papel toalha? Existem razões variadas para restringir o uso do papel toalha em vez de fazer dele nosso aliado de todas as horas

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É só destacar uma, duas, três folhas do rolo e passar onde está sujo ou molhado. E então
arremessar na lixeira o papel embolado. Mas você já parou para pensar se toda essa
praticidade do papel toalha não cobra um preço alto demais? Pois cobra, pode ter certeza. Foi
o que concluí quando refleti sobre o assunto.

Em primeiro lugar, porque o papel toalha é descartável. Não faz sentido nenhum a gente se
preocupar em usar sacolas reutilizáveis durante as compras e, ao chegar em casa, gastar
metade de um rolo de papel limpando os produtos, secando a pia e tal. A consciência
ambiental precisa passar por aí também.

Em segundo lugar, esse material nem limpa tão bem assim, pois deixa um rastro de fiapinhos
na superfície. Quem já tentou limpar um espelho com ele sabe perfeitamente do que estou
falando. E quando o papel toalha fica um pouco mais molhado, se desfaz na mão, o que nos
leva a usar mais folhas. Gente, é muito melhor realizar qualquer tipo de limpeza e secagem
com panos de microfibra, que são mais absorventes e não largam fiapos.

Mas eu não sou radical, então entendo que existem situações em que o papel toalha é
insubstituível. Uma delas é em caixas com verduras lavadas a fim de absorver a umidade que
se forma na geladeira. Já falei sobre isso num post sobre como lavar a salada.

Outro bom uso está na eliminação daquela camada de gordura da panela antes de lavar o
utensílio. Mas fica a dica: reaproveite os guardanapos de papel usados durante a refeição
nessa tarefa. Também é preferível empregar papel toalha para enxugar o líquido de
embalagens de frango, carne e peixe crus. Tudo porque esses sucos são repletos de bactérias.

Conclusão

Resista à tentação do papel toalha guardando-o dentro do armário e reserve o seu uso para
situações especiais, como as que descrevi acima. Deixe sobre a pia da cozinha uma cestinha
com panos limpos de microfibra: na hora de uma emergência, vai ser mais fácil estender o
braço para pegar um deles do que abrir a porta do armário e agarrar o papel toalha.

Combinado?

Beijos,

Mica

 

 

Receita da Vovó: Canapés de Queijo Aquela receita deliciosa para fazer com quem amamos!

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Essa receita é super especial, é do meu querido e amado pai, Fred Góes. Eu nem preciso falar por aqui, o quanto eu amo, né?!

Bora cozinhar?

Ingredientes

250 grs de queijo parmesão

250 grs de queijo prato ralado

1 colher de manteiga

1 gema

1 colher de sobremesa de cebola ralada

cebolas pequenas

1 clara batida em neve

Modo de Fazer

  1. Misture todos os ingredientes (menos a cebola), incorporar delicadamente as claras em neve;
  2. Coloque a pasta em cima de pães de forma;
  3. Arrume em um tabuleiro e decore cada canapé com uma rodela fina de cebola;
  4. Leve ao forno médio, até crescer.

E tá prontinho! ♥

Beijos,

Mica e Vovó

A hora certa de lavar itens de cama, mesa e banho Quer saber qual é a frequência ideal para a lavagem de toalhas, lençóis, cobertores, panos de prato e afins? Este post vai acabar com as suas dúvidas!

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De quanto em quanto tempo você troca a toalha usada por uma limpa? E o lençol, o pano de
prato, o tapetinho do banheiro? Quem convive comigo sabe que eu faço questão de lavar
esses e outros itens de cama, mesa e banho com bastante frequência. E garanto que minha
atitude está bem longe de ser frescura ou simples “mania de limpeza”: é questão de saúde!

Então, bora bater um papo sobre os seres microscópicos que habitam essas peças e conferir
quando é hora de levá-las ao tanque ou à máquina de lavar? Prometo que a ideia não é
exagerar na dose e acabar desgastando os tecidos, muito menos desperdiçar água e outros
recursos. Vamos manter um olho na higiene e outro na consciência.

BANHEIRO

Toalha de banho: a cada três dias

Começo pela informação que considero mais impactante: a toalha de banho, aquela delícia
felpuda que passamos em todo o corpo quando acabamos de nos lavar, costuma ser um
verdadeiro caldinho de fungos, vírus e bactérias. Parece estranho, mas é a mais pura verdade.

Isso porque ela não absorve apenas água, mas também uma longa lista de coisas que não
enxergamos, como pele morta e secreções corporais de todos os tipos.

O pior é que os agentes transmissores de doenças se desenvolvem que é uma beleza na
umidade. Aí, já viu… enquanto a toalha não seca completamente, eles deitam e rolam.

Eu já ouvi um microbiologista dizer que a toalha deve ser substituída dia sim, dia não. Também
já vi a sugestão de utilizá-la no máximo três vezes. Aí, depende de quantos banhos se toma por
dia, né? E depende também de que a toalha seque 100% entre um uso e outro, pois enquanto
houver uma gotinha de água nela, a balada dos micróbios segue a todo vapor. Por isso, se o
seu banheiro for pouco ventilado, leve a toalha para secar no varal da área de serviço ou em
outro ambiente arejado.

Garantindo a secagem completa entre os banhos, eu acredito que a troca a cada três dias seja
uma boa medida, também considerando a necessidade real de economizar água.

Toalha de mãos e rosto: todos os dias

As toalhas que atendem à pia pedem atenção especial. Em geral utilizadas por mais de uma
pessoa, muitas vezes servem de veículo para doenças infectocontagiosas, como gripe e
conjuntivite.

Claro que pode acontecer de só uma pessoa usar o banheiro e, nesse caso, eu sugiro lavar a
toalhinha a cada três dias, seguindo o ritmo da toalha de banho.

Em todas as outras situações, o melhor é mandá-la para o cesto de roupa suja diariamente. E
digo mais: se houver hóspedes ou convidados em casa, considere deixar nas imediações da pia
um cesto com pelo menos três exemplares limpos.

Tapete do banheiro: semanalmente

O banheiro deve ser limpo toda semana, não é mesmo? Pois aproveite o dia da faxina para
substituir a peça suja por outra bem limpinha.

QUARTO

Roupa de cama: toda semana

Confesso que, não fosse a minha consciência ambiental, eu faria questão de lavar fronhas e
lençóis pelo menos duas vezes por semana. Sabe por quê? Porque há estimativas de que
perdemos cerca de 1 litro de suor e milhares de células todas as noites. Sem falar nos ácaros
que se alimentam disso tudo.

Os microbiologistas pegam leve em relação à substituição da roupa de cama, garantindo que
uma vez por semana é suficiente. Sigo a recomendação, mas me encho de alívio e alegria
quando chega o dia da troca!

Cobertores e edredons: duas vezes por ano

É indispensável usar o lençol de cima para evitar que cobertores e edredons tenham contato
direto com o nosso corpo. Do contrário, eles precisariam ser lavados toda semana – já pensou
na trabalheira?

Para a nossa sorte, a proteção do lençol possibilita que esses itens pesados sejam levados à
máquina (em casa ou na lavanderia) apenas duas vezes por ano, sendo o momento mais
importante justamente o fim do inverno. Assim eles podem ser guardados limpinhos e passam
o verão livres da companhia de ácaros e fungos.

Mantas e colchas: mensalmente

Elas também são usadas sobre o lençol, mas, como são mais leves que cobertores, podem ser
lavadas com mais frequência, uma vez ao mês.

COZINHA

Pano de prato: a cada dois dias

Uma boa prática é ter sempre dois exemplares na ativa: um exclusivamente para enxugar a
louça e outro para secar as mãos. Assim, a substituição pode acontecer a cada dois dias, caso o
uso da cozinha seja moderado. Agora, se você cozinha pra dedéu, não tem jeito, não: a
recomendação é trocar os panos de prato diariamente.

Toalha de mesa: semanalmente

Se ela e os jogos americanos de tecido resistirem uma semana inteira sem manchas nem
acidentes, maravilha! Basta sacudi-los todos os dias e trocá-los uma vez por semana.

Tapete da cozinha: semanalmente

Como ele costuma ficar junto da pia, recebe tudo quanto é tipo de “arremessos”: água e
espuma que espirram quando se lava a louça, terrinha que vem nas verduras, farelo de pão
etc. Só por isso já são muitos os motivos para lavar a passadeira uma vez por semana.

Mas, mesmo que na aparência esteja tudo bem com ela, lembre-se de que os micróbios são o
quê? Invisíveis, minha gente! E em um ambiente tão delicado e sujeito a contaminações como
a cozinha, não vale a pena bobear na higiene, não é mesmo?

Até o próximo post!

Beijos,
Micaela

Gato e jardim: cada um na sua Quando eles dividem a mesma casa, o melhor é mantê-los afastados um do outro. Quer saber como? Eu te conto!

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Outro dia escrevi  sobre as plantas que mais resistem ao xixi dos gatos e também sobre as espécies que são tóxicas para eles. E guardei pra
hoje as dicas que ajudam a manter os bichanos longe de vasos e canteiros. Sim, isso é possível,
mas exige algum esforço da sua parte.

Para começar, em vez de se preocupar em afastar os animais, que tal focar em atraí-los para
um pedacinho do quintal planejado especialmente para eles?! No jardim dos sonhos de
qualquer gato não pode faltar catnip, conhecida como erva-gateira ou erva do gato, que
costuma deixá-los felizes da vida. Plante-a no solo ou, se preferir um vaso, escolha um modelo
pesado o bastante para o seu amigo peludo não derrubá-lo. Você pode aumentar o leque de
atrações acrescentando um arranhador ao pedaço.

Outra planta que agrada aos gatos, deixando-os mais tranquilos, é a valeriana – se sobrarem
algumas folhinhas, você terá o ingrediente ideal para um belo chá calmante.

Também vale a pena plantar para eles a chamada grama-dos-gatos, encontrada em pet shops.
Mas, quer saber, você mesmo pode cultivar a sua usando milho de pipoca – sim, aquele que a
gente compra no supermercado. Dá uma olhada no passo a passo neste vídeo do blog Gato Duplo. Esse tipo de grama
atrai os bichanos e é excelente para a saúde deles, pois os ajuda a se livrarem das bolas de
pelos que se formam em seu aparelho digestivo.

Foto: Reprodução Dr Paws

Vai um repelente natural aí?

Se a ideia for manter a gataiada longe do jardim, existem truques caseiros totalmente naturais
que costumam funcionar – melhor do que espalhar mais produto químico por aí, não é
mesmo? Mas é claro que cada gato vai reagir a um estímulo de um jeito, por isso a minha dica
é ir testando uma fórmula de cada vez, até descobrir aquela que mais se encaixa na sua
realidade.

Uma opção é cercar as plantas com cascas de limão, cravo-da-índia ou canela (tanto em pó
quanto em pau), já que os felinos costumam evitar produtos com cheiro forte.

Como eles também não curtem muito ver o próprio reflexo, se você quiser proteger uma área
grande de canteiros pode espalhar garrafas PET cheias de água pelo gramado. É bem provável
que seu gato queira ficar longe desses espelhos!

Foto: Yoana Bustinza

A educadora felina Yoana Bustinza dá outra sugestão: usar bexigas de água ao redor das
plantas que deseja manter a salvo. Gato que se preze não vai querer ganhar um belo esguicho
a toda hora!

E aí, harmonia garantida entre felinos e verdinhas?

Então nos vemos no próximo post!

Beijos,

Mica