10 jeitos geniais de usar a forma de gelo Na cozinha ou fora dela, ideias criativas para aproveitar uma forminha de gelo é que não faltam. Este post reúne uma dezena de exemplos que são pura inspiração!

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  1. Cubo de gelo florido

Desde que vi esta ideia, estou aqui morrendo de amores por ela. Imagine servir para os convidados drinks refrescantes incrementados por esses cubos de gelo com flores dentro? Ah, quanta delicadeza! 🙂

Só um detalhe: mesmo que o plano não seja abocanhar a flor, use apenas as comestíveis para evitar riscos de intoxicação. Algumas espécies que podem ser escaladas sem medo são: capuchinha, hibisco, rosa, alfazema, violeta verdadeira, acácia branca, dente-de-leão e ipê amarelo, branco ou roxo.

E, claro, dá para fazer parecido aproveitando ervas aromáticas (alecrim, hortelã, manjericão…) ou pedaços de frutas (uva sem semente, morango, abacaxi e berries de todos os tipos caem super bem) no lugar das pétalas.

 

  1. Organizador de miudezas

A forminha é perfeita para reunir pequenos itens de escritório que costumam ficar espalhados. Também funciona para guardar pregos, parafusos, roscas e outras miudezas que muita gente insiste em enfiar em saquinhos e depois nunca mais encontra. A ideia ainda pode cair bem em outros contextos, como na organização de bijuterias, botões, linhas…

 

  1. Papinhas e sucos sempre à mão

Usar a forma de gelo para congelar líquidos e alimentos pastosos e depois transferir os cubinhos para sacos de fechamento hermético virou um clássico do freezer aqui de casa. Falei um pouco sobre isso no meu guia de congelados, lembra?

Pois a sugestão da vez é adotar essa técnica com purês e frutas batidas e nunca ficar sem matéria-prima prontinha para fazer comidas e sucos saudáveis. Se você tiver um bebê, experimente congelar a papinha caseira desse jeito. Os cubos nos saquinhos ocupam bem menos espaço do que potes convencionais e são práticos de manusear.

 

  1. Cubinho de tempero pronto

O método de armazenagem descrito na dica acima também vale para esses maravilhosos cubos de azeite com ervas aromáticas. Basta picar ervas variadas – a exemplo de alecrim, sálvia, orégano e tomilho –, acomodá-las nos nichos, cobrir com azeite e levar ao freezer. Tem até chef de cozinha que segue esta dica, como contei em um post anterior.

 

  1. Porta-fitas inteligente

Washi tapes lindas, organizadas, com as pontas soltas e prontas para serem usadas no seu próximo projeto craft. Parece sonho? Pois é a realidade mais fácil de ser conquistada com uma forma de gelo!

 

  1. Petiscos saudáveis e atraentes

Crianças pequenas também merecem lanchinhos visualmente caprichados – e olha a forma de gelo novamente na área, meu povo! A graça é transformá-la em uma bandeja de petiscos saudáveis, agrupando um tipo de alimento em cada buraquinho. Aproveite esta ideia em festas infantis e a gurizada vai ficar vidrada no banquete multicolorido!

 

  1. Bombom na forminha

Agora pense em uma receita fácil e surpreendente: sim, é esta aqui! Comece limpando bem o utensílio e deixe-o secar. Em seguida, unte com óleo de coco para que os bombons deslizem com facilidade na hora de desenformar. Derreta o chocolate de sua preferência em banho-maria, despeje até a metade de cada espaço da forma e leve ao congelador. Depois de 5 minutos, acrescente o recheio, complete com chocolate e leve de volta ao congelador por meia horinha.

Algumas sugestões de recheio: pasta de amendoim, morango picado, brigadeiro, beijinho, nozes, castanhas, passas… Deixe a imaginação voar!

 

  1. Giz multicolorido <3

Aonde vão parar os toquinhos de giz de cera dos seus filhos? No lixo? No fundo de um estojo? Então saiba que você pode reciclar e reaproveitar esse material! Acomode os pedaços em uma forma de silicone, leve-a ao forno a 180ºC por 5 minutos e depois coloque-a no congelador até que o giz volte a endurecer. O resultado não é lindo demais?

 

  1. Velinhas para aromaterapia

Essa também é muito fácil: derreta cera ou parafina e acrescente algumas gotas de óleo essencial e outras de corante alimentício, mexendo bem. Despeje a mistura em uma forma de silicone e espere secar para desenformar – siiim, tem de ser de silicone, senão a vela não solta! Nem precisa acrescentar o pavio: a ideia é se valer de um difusor para espalhar no ar o perfume das velinhas.

 

  1. Picolé de iogurte caseiro

Outra receita que exige forma de silicone é essa belezinha de sorvete. O modo de preparo não podia ser mais simples: basta misturar iogurte desnatado, frutas e açúcar (ou o adoçante de sua preferência). Leve ao freezer e, após uns 20 minutos, enfie os palitos. Controle a gula por mais umas 12 horas até que os picolés atinjam a consistência de sorvete.

Beijos Mica <3

Por que não se deve usar tanto papel toalha? Existem razões variadas para restringir o uso do papel toalha em vez de fazer dele nosso aliado de todas as horas

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É só destacar uma, duas, três folhas do rolo e passar onde está sujo ou molhado. E então
arremessar na lixeira o papel embolado. Mas você já parou para pensar se toda essa
praticidade do papel toalha não cobra um preço alto demais? Pois cobra, pode ter certeza. Foi
o que concluí quando refleti sobre o assunto.

Em primeiro lugar, porque o papel toalha é descartável. Não faz sentido nenhum a gente se
preocupar em usar sacolas reutilizáveis durante as compras e, ao chegar em casa, gastar
metade de um rolo de papel limpando os produtos, secando a pia e tal. A consciência
ambiental precisa passar por aí também.

Em segundo lugar, esse material nem limpa tão bem assim, pois deixa um rastro de fiapinhos
na superfície. Quem já tentou limpar um espelho com ele sabe perfeitamente do que estou
falando. E quando o papel toalha fica um pouco mais molhado, se desfaz na mão, o que nos
leva a usar mais folhas. Gente, é muito melhor realizar qualquer tipo de limpeza e secagem
com panos de microfibra, que são mais absorventes e não largam fiapos.

Mas eu não sou radical, então entendo que existem situações em que o papel toalha é
insubstituível. Uma delas é em caixas com verduras lavadas a fim de absorver a umidade que
se forma na geladeira. Já falei sobre isso num post sobre como lavar a salada.

Outro bom uso está na eliminação daquela camada de gordura da panela antes de lavar o
utensílio. Mas fica a dica: reaproveite os guardanapos de papel usados durante a refeição
nessa tarefa. Também é preferível empregar papel toalha para enxugar o líquido de
embalagens de frango, carne e peixe crus. Tudo porque esses sucos são repletos de bactérias.

Conclusão

Resista à tentação do papel toalha guardando-o dentro do armário e reserve o seu uso para
situações especiais, como as que descrevi acima. Deixe sobre a pia da cozinha uma cestinha
com panos limpos de microfibra: na hora de uma emergência, vai ser mais fácil estender o
braço para pegar um deles do que abrir a porta do armário e agarrar o papel toalha.

Combinado?

Beijos,

Mica

 

 

Cabides: tamanho é documento No mundo dos cabides, as dimensões importam – e muito! A combinação certa de largura e espessura garante a eficiência do modelo

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Em primeiro lugar, os exemplares são vendidos em versões para bebês, crianças e adultos.
Tentar pendurar uma camisa social em um cabide infantil, por exemplo, é pedir para a peça
cair ou, pelo menos, para amarrotar nos ombros. O oposto também é ruim, pois se você
colocar um macacão de neném num cabide muito grande vai ter dificuldades de manuseio e
pode até alargar a gola ou estragar a roupinha.

Confira o tamanho padrão de cada versão:
• Cabide de bebê: 25 cm
• Cabide infantil: 30 cm
• Cabide de adulto: 40 cm

Podem ocorrer variações de até 3 cm para mais ou para menos em todos os casos, e isso é
bom, já que existem guarda-roupas, armários embutidos e closets com diferentes
profundidades. Se o seu armário é pouco profundo – daqueles que oferecem 43 cm de
profundidade interna, por exemplo –, é melhor optar por um modelo de 37 cm em vez de um
de 40 cm, certo?

Atente também à espessura do acessório. Quanto mais fino ele for, mais unidades caberão no
seu armário. A desvantagem é que cabides menos espessos costumam aguentar menos peso e
marcar mais as roupas.

Aposte nos modelos com gancho giratório

Um detalhe importantíssimo para finalizar: o certo é voltar os ganchos sempre para o fundo do
guarda-roupa, pois essa posição facilita o processo de tirar e colocar o cabide no varão. As
versões que vêm com o gancho giratório contribuem para essa organização, já que é mais
simples girar o ganchinho do que o cabide todo. Esse pode parecer só um detalhe, mas faz a
diferença no dia a dia.

Quer saber mais sobre cabides? Veja este  e este textos que já publiquei aqui.

Boa sorte na arrumação do guarda-roupa e até a próxima!

Beijos,

Mica

Jardim bom para gato! Plantas e felinos não costumam ter um convívio muito amistoso, mas conhecendo essas dicas é possível agradar e proteger ambas as partes

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Quem é gateiro de carteirinha e adora cuidar de plantas sabe como é difícil conciliar essas duas
paixões. Ô duplinha de convivência difícil, viu! Se por um lado os gatos adoram fazer bagunça
na terra, mordiscar folhas e usar o canteiro como toalete, por outro há uma série de plantas
que podem intoxicá-los.

Selecione as melhores espécies

Para preservar tanto o paisagismo quanto a saúde do seu mascote, o segredo começa na
escolha das plantas. Boas pedidas são aquelas que possuem folhas e caules firmes, como
palmeira-ráfia, palmeira-fênix, cica, buxinho e yuca.

Gosta de flores? Experimente cultivar rosa, hibisco e maria-sem-vergonha – quem sugere é a
designer de interiores Luana Costa da Rocha Bassi, dona de quatro gatos e deste jardim fofo
que ilustra o post. “Como já tentei de tudo aqui em casa, posso afirmar que essas dão certo,
ou seja, são mais resistentes à urina dos felinos do que a maioria das plantas”, garante a moça.
Outra boa recomendação da Luana é sempre cultivar temperos e espécies mais delicadas em
vasos pequenos, que são espaços reduzidos demais para funcionar como WC.

Fotos: Luana Costa da Rocha Bassi

Fuja das plantas venenosas

Eis a lista das principais espécies tóxicas para gatos: antúrio, azaleia, avenca, babosa, bico-de-
papagaio, comigo-ninguém-pode, copo-de-leite, coroa-de-cristo, costela-de-adão, dedaleira,
espada-de-são-jorge, espirradeira, erva-moura (maria pretinha), hera, hortênsia, mamona,
violeta e todos os tipos de lírio.

Você deve evitá-las a qualquer preço, porque, se os seus amiguinhos de quatro patas se
servirem delas, eles podem sofrer desde irritações leves, distúrbios digestivos, náuseas e
diarreia até edema de glote, asfixia e morte. Um perigo e tanto, né? Vale dar atenção especial
à comigo-ninguém-pode e ao copo-de-leite, conhecidos pelos veterinários como a duplinha
campeã de intoxicações em animais de estimação.

Ah, é bom saber: a mesma listagem vale para quem tem cachorro – excluindo o lírio e
incluindo a macadâmia.

Espero que, com essas dicas, seu jardim (ou seus vasos) fique tão exuberante quanto o da
Luana!

Beijos,

Mica ♥