Reaproveite os vidros de conserva e arrase na decoração de fim de ano!

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Você pode usá-los para fazer enfeites e até para servir comidas e
bebidas no Natal e no Réveillon – tudo com o maior bom gosto.

Como os potes de vidro insistem em dar cria aqui em casa, resolvi buscar novas formas de reaproveita-los. E são tantas as sugestões bacanas que achei melhor compartilhá-las aqui.


Hoje trago ideias que você pode aproveitar já nas festas de fim de ano, ideias que selecionei entre dezenas. São as que mais amei. Mas, aguarde, pois em janeiro teremos um post focado no uso dos potes de vidro na organização. Afinal, janeiro é o mês perfeito para dar aquela arrumada na casa.
Vamos conferir as sugestões ideais para o Natal e o Ano Novo? Você vai notar que muitas também se destinam a fazer bonito em outras festas, pequenas e grandes. Para facilitar, dividi as fotos em dois grupos: decorar e servir.

1- Mini-vasos para a mesa de jantar

Não há nada mais simples que uma flor dentro de um vidro com água. Mas o efeito é espetacular quando você alinha vários desses em uma mesa de refeições. O mérito está na repetição e no degradé de tons. Corte os cabos bem curtinhos para que só a flor fique acima da borda do potinho.
Se quiser, faça como na foto e intercale o arranjo com algumas garrafinhas mais altas. Para caprichar ainda mais, deixe um raminho florido sobre cada prato.

2- Arranjo único 

Esta ideia fica perfeita para decorar a mesa de centro ou mesmo mesas de jantar de dois ou quatro lugares. Junte nove vidros iguais e amarre-os com uma fita. Então diversifique nas flores, escolhendo uma cor principal e acrescentando variedades brancas e escuras. Tamanha delicadeza de composição não passará batida aos olhos dos convidados.

3- Porta-vela com glitter

Use os vidros que tiver, sem se preocupar se são iguais ou não. A paleta de cores da sua festa vai determinar os matizes de glitter: variações de vermelho, de dourado, de branco e por aí vai. Ah, uma dica: se as crianças estiverem em casa, de bobeira, chame-as para ajudar na tarefa. Tenho certeza de que elas vão adorar!
Você vai precisar de:

  • potes de vidro
  • fita adesiva dupla-face transparente (de diferentes larguras, se possível)
  • glitter (nos tons desejados)
  • tesoura
  • velas de réchaud
  • pincel e pano para limpeza
  • papel grande para forrar a bancada de trabalho
    Passo 1: cole as fitas adesivas nos vidros, formando diferentes padrões decorativos (na foto
    você vê algumas sugestões). Mantenha a película protetora de cima.
    Passo 2: sobre a bancada forrada, trabalhe com o glitter tomando cuidado para não o espalhar
    pela casa. A cada tonalidade que for aplicar no pote, retire antes a película protetora. Cubra
    bem a fita adesiva com o pozinho e pressione para fixá-lo.
    Passo 3: retoque eventuais falhas e, para garantir, pulverize uma segunda camada.
    Passo 4: repita o processo nas outras faixas, usando os tons que quiser..
    Passo 5: com o pincel, limpe delicadamente os excessos.
    Passo 6: agora é só colocar as velinhas dentro dos potes, acendê-las e usufruir da sutil
    iluminação.

Para ver as fotos deste passo a passo, vá ao blog Something Turquoise, da americana Jen Causey, que criou estes porta-velas especialmente para
a Martha Stewart Craft.

4- Velas na areia e na água

Na proposta anterior, o que chamava a atenção era o porta-velas em si. Aqui, são os materiais que vão dentro dele. Tanto que basta um barbante de sisal ou um fitilho para dar acabamento aos vidros. Acomodada no fundo de areia, a vela maior assenta firme, enquanto na água as velinhas de réchaud flutuam delicadamente.

5- Quase um globo de neve

Que tal criar pequenas cenas natalinas dentro dos maiores vidros que tiver? Vão bem aqueles
de palmito, azeitona e maionese, pois são mais altos e têm a boca razoavelmente larga. Se a tampa contiver alguma inscrição, pinte-a com tinta spray metálica. No fundo dos potes ou das tampas, use cola quente para fixar os enfeites de plástico ou MDF. Você pode encontrar grande variedade de formatos e tamanhos em lojas de materiais para artesanato, como pinheiros, veados, bonecos de neve etc. Já que a inspiração vem dos globos de neve, não se esqueça de polvilhar neve artificial sobre a cena. Feche os potes e pronto! Vale colocá-los na janela, sobre a mesa de canto, em prateleiras…

6- Enfeite de árvore de Natal

Esta sugestão segue o mesmo conceito da proposta anterior. Neste caso, a dica é aproveitar aqueles potinhos de comida para bebê, bem pequenos. Dentro de cada vidro, no fundo, cole um pinheirinho e pulverize a neve artificial. Com um martelo e prego, faça dois furos em cada tampa. Em seguida, pinte-as com tinta spray metálica.
Depois que as tampas estiverem secas, passe um pedaço de barbante pelos furos de cada uma para formar a alça: junte as duas pontas e dê um único nó pelo lado de dentro. Aí basta tampar os vidros e pendurá-los na sua árvore de Natal.
Mas, atenção: as hastes da árvore precisam ser resistentes para aguentar o peso do vidro. Ainda por precaução – mas também pelo efeito estético –, não exagere na quantidade de potinhos, combinando-os com outros ornamentos mais leves, como laços, bolas etc.

7- Sobremesa em camadas

 

Gente, só de olhar eu já engordo! Mas como dispensar uma gostosura tão linda? Aqui é um merengue, com morangos e sorvete, porém você pode lançar mão dos potes para montar pavês, um iogurte com frutas e granola, um combinado de brigadeiros variados etc. Qualquer receita com partes de múltiplas cores e texturas funciona.
E lembre-se de servir com uma colher proporcional ao tamanho do vidro e que consiga alcançar todas as camadas da sobremesa.

8- Saladas irresistíveis

Até a salada de todo dia se torna tentadora quando montada dessa forma. O que dizer, então, das versões criadas para festas? Só o que as distingue são a quantidade e a escolha dos ingredientes, mas o esmero no visual é o mesmo.
Em ocasiões especiais, use potes pequenos e aposte em um mix de receitas – assim os convidados podem experimentar um pouquinho de várias preparações. Já nas refeições no trabalho, se for ficar só na salada, opte por um vidro grande e com tampa, fácil de se transportar em uma bolsa térmica. No preparo, primeiro adicione o molho e, depois, cada uma das camadas. Na hora de comer, você vira o recipiente em um prato e o
molho se espalha por tudo. Hum!!!!

9- Sucos e coquetéis refrescantes

Quem precisa de copos quando se dispõe de um montão de potes de vidro? A borda com ranhuras ainda é ótima para receber decorações como a fatia de limão. E antes que eu me esqueça: canudos, só se forem de papel, vidro ou alumínio. Vamos dar um basta aos canudinhos de plástico!

10- Cada um com a sua bebida

Gostou da ideia anterior? Então aprimore-a e cole etiquetas identificadoras nos vidros transformados em copos. Assim acaba aquela história de ninguém saber aonde deixou o próprio copo e depois haver uma enormidade deles para lavar.

Espero que você tenha curtido estas sugestões tanto quanto eu. Boa sorte no faça você mesmo!


Beijos Mica <3

Faça você mesmo: como remover papel de parede Cansou da estampa ou o revestimento já perdeu o prazo de validade? Eu te ensino a tirar o papel antigo sem estragar a parede.

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Em um post recente, eu trouxe dicas de como limpar o papel de parede – dê uma olhada lá
para aprender a conservar esse acabamento por mais tempo. Como nada dura para
sempre, em algum momento você precisará dar adeus a ele.
São duas as opções para removê-lo. A primeira é contratar mão de obra profissional e não
pensar muito no assunto. A segunda, arregaçar as mangas e gastar algumas horas fazendo o
serviço por conta própria. Essa última alternativa eu só indico a quem tem disposição e
paciência, já que é uma tarefa cansativa. Vamos conferir as etapas?

1º passo: dê uma puxadinha
Comece puxando uma das pontas. Existe a chance de o papel se descolar com a maior
facilidade do mundo, sem rasgar nem deixar vestígios. Se isso acontecer, eu diria que você
tirou a sorte grande, pois seu modelo é do tipo removível. Isso significa que em poucos
minutos conseguirá arrancá-lo todo e sua parede ficará nova em folha. É isso mesmo: trabalho
encerrado pra você!
Também pode ocorrer de o papel não sair – mas sim uma película impermeável transparente
que costuma ir por cima dele. Se for assim, a retire toda, o que é bem simples.
Removida a película – ou se ela nem existir e o revestimento se soltar aos pedaços em suas
mãos –, a superfície estará pronta para as próximas etapas.

2º passo: certifique-se de que a parede não é de gesso
Bata com as mãos fechadas e ouça o “toc toc”. Se o som for oco, a divisória é de gesso (drywall) e, portanto, não tolera umidade. Como a remoção do papel envolve (muita) água,
desista do faça-você-mesmo e peça ajuda a um profissional.

3º passo: reúna os materiais necessários
Seu revestimento não é do tipo removível? A parede não é de gesso? Não existe sobre o papel
nenhuma película a prova d’água? Ótimo! Para livrar-se do acabamento antigo, você vai
precisar de:
• 1 rolo de pintura (ou 1 borrifador ou 1 esponja)
• 1 espátula flexível (encontrada em lojas de pintura)
• água morna

4º passo: molhe toda a parede
O segredo da retirada é amolecer o papel e sua cola e, em seguida, raspar tudo com uma
espátula. Sim, só isso!
Entre as formas de espalhar a água pela superfície, o rolo de pintura é a mais rápida e menos
trabalhosa. Se não tiver um, dá para se virar com um borrifador e até com uma esponja.
Antes de atacar com a espátula, deixe o papel “descansando” umedecido por uns 15 minutos,
até que esteja bem molinho. Água fria pode funcionar, mas a morna é bem mais eficaz.

5º passo: raspe o revestimento umedecido
Chegou o momento da verdadeira trabalheira, que é raspar o papel já molinho. Lembrando
que o ideal é usar uma espátula flexível, e não rígida, a fim de proteger suas mãos e evitar
lascar a alvenaria.
Para completar esse serviço em uma parede de 3 x 3 m, um profissional experiente leva cerca
de uma hora. E você?

6º passo: se for preciso, apele!
Alguns percalços podem tornar a empreitada bem mais chatinha do que deveria ser. Bora ver
quais são os principais e como contorná-los?
• Apesar de molhado, o papel não desgruda.
Isso costuma acontecer quando o revestimento é grosso demais e absorve pouca umidade.
Solução: com um estilete, faça cortes muito delicados na superfície para ajudar a água a se
infiltrar. Tome bastante cuidado para não se machucar nem danificar a parede.
• A cola não sai.
Pode ser que o papel de parede tenha sido aplicado com cola branca, em vez de cola específica
para esse acabamento. Vença a resistência do adesivo lançando mão de um vaporizador.

Se tudo correr bem durante a remoção do papel, vai ser como se a parede nunca tivesse sido
revestida. Ou seja, se antes a pintura estava perfeita, você só precisará finalizar o serviço
lavando a superfície com água morna e sabão neutro. Se a tinta já estava velha, então
terá de reaplicá-la ou usar algum outro acabamento.
Caso, porém, você tenha machucado a parede enquanto manejava a espátula, aí precisará
retocá-la com massa, lixa e tinta.

Viu porque todo capricho não é em vão?!

Beijos Mica <3

Vinil adesivo na decoração: modo de usar O revestimento adesivo é um curinga e tanto. Ele oferece infinitos padrões, não produz sujeira na colocação e não custa nenhuma fortuna!

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Você que me acompanha no Santa Ajuda já deve ter reparado que ando caída de amores pelos revestimentos adesivos. Na cozinha da Angela, por exemplo, apresentada na última temporada do programa, eu cobri todas as paredes com eles, combinando um padrão estampado e outro liso (foto acima). Ficou lindo, não?

Minha paixão não é à toa: os adesivos são práticos demais! Definitivamente, uma boa aposta para mudar o visual de um ambiente em algumas horas. E, melhor: sem sujeira, porque não envolvem pintura, nem lixa, nem respingos.

Mas, Mica, dá para aplicar o papel adesivo em qualquer lugar?

Eu mesma consigo fazer a instalação?

A limpeza é tão simples quanto parece?

Pois é, essas são algumas dúvidas que tenho ouvido por aí… e este post está aqui justamente para respondê-las.

Para começar, eis um esclarecimento: apesar de o termo “papel adesivo” ser comum, esse revestimento autocolante não é feito de papel, mas, sim, de vinil. Aquele mesmo adesivo vinílico que a gente usa para encapar cadernos.

Não pense, porém, que os rolos encontrados nas papelarias são a única alternativa. Há versões mais transadas vendidas em lojas de decoração, algumas encorpadas, outras com textura…  Existe, ainda, a possibilidade de ter um adesivo totalmente personalizado: você escolhe a estampa e as cores e manda imprimir em uma empresa especializada. Sensacional, né? Por isso eu digo que as opções são infinitas.

Onde aplicar
Paredes, itens de mobiliário e até eletrodomésticos aceitam esse acabamento, desde que a superfície seja lisa e esteja limpa.

A menos que o fabricante do produto diga e prove o contrário, revestimentos adesivos não costumam ser antichama, então não os instale nas proximidades de qualquer fonte de fogo, como o fogão.

Aplicá-los perto da pia ou em outras áreas que têm contato constante com água também não dá muito certo, pois é grande a chance de o adesivo se descolar. Ou seja, ambientes externos e banheiros, nem pensar. Já em lavabos o material está liberado, uma vez que não há vapor de banho.

Será que dá para instalar sozinho?
Dá sim, mas eu não recomendo, porque exige habilidade manual e bastante paciência.

É só você pensar, como uma analogia, na tarefa de encapar um caderno com papel contact: tem gente que tira de letra, faz tudo no maior capricho; e tem quem acaba deixando sua marquinha registrada na forma de uma bolha ou dobra fora de lugar.

Mas é tudo isso numa escala muito maior, simplesmente porque a área é bem maior. Se o adesivo for estampado, ainda é preciso prestar atenção às emendas para preservar a continuidade do padrão. E não pense que escolhendo uma cor lisa tudo será um mar de rosas: nesse caso, bolhas e vincos aparecem mais.

Se apesar desses alertas você quiser encarar a colocação, a dica é usar uma espátula ou cartão de plástico (um cartão de crédito, por exemplo) para remover os bolsões de ar que surgirem durante o processo.

E há um truque famoso que ajuda bastante: borrifar água com umas gotinhas de detergente diretamente na parede. Assim, o revestimento autocolante vai ficar bem flexível, “dançando” na pocinha enquanto você o manuseia mais facilmente. Em pouco tempo, essa água evapora e o adesivo fixa sem problemas.

É fácil de limpar?

Ah, a resposta é um sim enfático! Limpar o adesivo vinílico não tem segredo e qualquer paninho úmido dá conta do recado. A recomendação mais importante é nunca usar produtos abrasivos, como saponáceo ou o lado duro da esponja, que fatalmente vão riscar o revestimento.
É tudo de bom, né? Ah! Remover o adesivo também é pra lá de fácil: basta encontrar uma pontinha, contar 1, 2, 3 e… puxar!

Beijos Mica <3

O jeito certo de limpar papel de parede Papel de parede sujo ou manchado? Limpar esse revestimento não tem segredo, desde que você siga alguns cuidados básicos.

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Foto: Reprodução Pinterest

Enquanto uma pintura resiste por uns cinco anos, um bom papel de parede é
capaz de durar uma década ou mais. Isso se estiver instalado em ambientes
protegidos da umidade, como salas e quartos. Para garantir a vida longa, você
tem de colaborar, principalmente no quesito limpeza. Quer saber como? Eu
conto tudinho!

Para começo de papo: seu papel de parede pode ser molhado durante a limpeza?
A resposta depende de saber se o revestimento que cobre a sua parede é
vinilizado ou vinílico. Os vinilizados, chamados de não laváveis, preferem
manter distância da umidade. Já os vinílicos são laváveis, pois suportam faxinas
mais pesadas, com um pouco de água e detergente neutro. Mas, atenção: não é
porque o papel é lavável que ele pode ser aplicado em cozinhas e banheiros,
hein?

“Ok, Mica, mas como saber de que tipo é o meu papel?”
O ideal é que você tenha checado essa informação na hora da compra, até
porque ela deveria influenciar na decisão. Se deixou passar, não hesite em
consultar a loja ou o fabricante. Agora, se o papel é muito antigo ou se nem foi
você quem o escolheu, abra bem os olhos e prepare as pontas dos dedos para
analisar o revestimento de acordo com sua aparência e textura.

– papel de parede vinilizado (não lavável): resulta de uma camada de vinil
sobre papel de verdade – em geral, com aplicação de verniz por cima –, por isso
tende a ser mais fininho e liso, isto é, sem nenhuma textura.
– papel de parede vinílico (lavável): não é feito de papel, e sim de vinil
(PVC), por isso costuma ser mais grosso e resistente. Além disso, é bastante
comum que seja texturizado, embora essa não seja uma regra.

 

Foto: Reprodução Bucalo

Seu papel é vinilizado?
O melhor é conter o entusiasmo durante a faxina. Embora esse tipo de papel
aguente um paninho levemente umedecido aplicado com delicadeza, o mais
garantido é usar apenas um pano limpo e seco.

Seu papel é vinílico (lavável)?
Então siga o passo a passo da lavagem do papel de parede vinílico.
1. Encha um balde com água morna, acrescente um fio de detergente neutro e
mexa até formar bastante espuma.
2. Umedeça um pano de microfibra ou uma esponja macia nessa mistura e
esfregue delicadamente com movimentos circulares. Inicie a lavagem de cima
para baixo, para evitar que a sujeira escorra em uma área que já foi limpa.

3. Se for preciso para finalizar, passe uma esponja molhada em água limpa e
seque tudo com um pano limpo – minha dica é reservar um pano só para essa
atividade.

Jamais aplique estes produtos no seu papel de parede
Outra regra de ouro para manter a durabilidade do seu revestimento, seja ele
vinílico ou vinilizado, é mantê-lo a salvo de certos vilões. Sabe quais? Água
sanitária, álcool, desinfetantes e produtos e materiais abrasivos, incluindo
saponáceos, palha de aço e a parte mais áspera da esponja (aquela que costuma
ser verde).

E riscos de caneta e manchas de gordura? Como eliminar?
Quando surgir algo assim, o lema é: “sujou, limpou”. Quanto mais rápido você
agir, maior a chance de a marca sair completamente. Se o problema acontecer
num revestimento vinílico (lavável), é só esfregar a área atingida com água e
sabão, como ensinei no passo a passo.
Já para quem tem um acabamento vinilizado (não lavável), recomendo um
truque: esfregar a mancha com miolo de pão ou borracha escolar limpa. Mas
será preciso ter bastante cuidado a fim de não danificar o papel e paciência para
que a técnica surta efeito.

Por último, mas não menos importante: não deixe a sujeira acumular!
É infinitamente mais fácil livrar-se dela quando ainda não está impregnada
(como tudo na vida, aliás). Todos os meses ou quinzenalmente, realize uma
limpeza de rotina no papel de parede evitando que poeira, marcas de dedo e
gordura penetrem no revestimento.

Lições aprendidas e papel novo em folha? Aproveite para aprender a limpar
paredes pintadas neste post aqui!

Beijos Mica <3