Somos heptacampeões! Enquanto o futebol brasileiro buscava o hexa, o Santa Ajuda comemora com uma festona 7 anos de existência e muitas vitórias!

Em 7/7, o programa Santa Ajuda completou 7 anos. Para quem vê nos números
significados que vão além daquilo que os olhos enxergam, que tal esses?
Eu sei pouco sobre numerologia, mas, na minha vida, só posso dizer que esse
acumulado de algarismos 7 deixou um saldo gigante de felicidade, parceria,
desafio, realização, perseverança, amizade e amor – me desculpem pela
quantidade de sentimentos, mas são todos genuínos (e são 7!).

Não é à toa que o Santa Ajuda chega aos 7 anos tão querido por aqueles que o
assistem. Conquistou uma audiência fiel que gosta, que curte, que aplica suas
dicas. Isso aponta para um movimento que está acontecendo no mundo inteiro:
as pessoas estão se voltando para suas casas, querem cuidar melhor delas, ficar
mais em casa, receber os amigos, aprender a cozinhar, a costurar, a cuidar das
plantas… É uma tendência mundial e a gente está inserido nesse contexto.

Senta que lá vem história!

Se o saldo de emoções é pra lá de positivo, ao longo dessa trajetória vivi outros
sentimentos nem sempre confortáveis, mas necessários, como o medo de não dar
certo quando a primeira temporada estreou em 7 de julho de 2011. Naquele
momento, o GNT fazia uma mudança em sua programação e lançava vários
programas novos de 15 minutos – entre eles, o Santa Ajuda. Em um único dia a
gente fazia tudo, promovendo apenas organizações simples.

No ano seguinte, já foram duas temporadas, a última delas incluindo as figuras
do denunciante e do denunciado.

Em 2013, o Santa Ajuda havia caído definitivamente no gosto do público e cada
episódio passou a ter 30 minutos. Começamos a dar ênfase às histórias por trás
da bagunça, o que levou os espectadores a se identificarem ainda mais com o
programa. Tivemos episódios de viagem e, no fim do ano, um especial
memorável com o chef Claude Troisgros.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fotografia: @juliaassisfotografia

Como nunca fui de me acomodar, em 2014 eu e a equipe colocamos em prática
uma ideia que vinha sendo gestada: chamamos o microbiologista Marco Miguel
para dar dicas sobre a limpeza dos ambientes apresentados. Foi sucesso total!

E quem faz sucesso ganha o quê? Mais trabalho! Além das duas temporadas
convencionais – que trouxeram nosso primeiro faz tudo, o Gilmar Rodrigues –,
em 2015 ainda produzimos uma minitemporada de verão. Resultado:
completamos 100 episódios no ar.

Como demos conta do desafio, em 2016 fizemos as duas temporadas de praxe e
lançamos um programete para internet e TV, o Chama a Micaela, com 15
episódios.

Quando eu já estava quase achando que a vida podia sossegar um pouquinho, o
que aconteceu em 2017? O Santa Ajuda pulou de 30 para 60 minutos de duração.
Gente, uma hora inteirinha para mostrar histórias de bagunça e ajudar as
pessoas a se organizarem mais e a se sentirem mais satisfeitas consigo mesmas?!
Ah, que honra! Mas eu também precisava de reforços para dar conta, por isso
escalei a Alê Monteiro, uma faz tudo pra ninguém botar defeito, e a minha
avózinha queridíssima, cheia de dicas sobre o cuidado da casa.

A paixão dos seguidores do Santa Ajuda pela Vovó Risoleta foi tamanha que deu
pena não mantê-la com a gente em 2018, mas ela precisava de um descanso: 96
anos de vida não são bolinho. Então veio a ideia de destinar o primeiro semestre
do ano a uma temporada especial com os colegas apresentadores do GNT e foi
tudo lindo! Que delícia conhecer a casa de pessoas inteligentes e divertidas como
a Barbara Gancia, o Caio Braz, a Monica Martelli e tantos outros.

E agora, enquanto você assiste essas reprises, eu já estou a todo vapor, gravando
a segunda temporada do ano, que vai ao ar a partir do dia… 7 de agosto, claro!

Você não vai perder, né?

Beijos,

Mica ♥

 

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