Travesseiros: compare e escolha Antes de comprar seu próximo modelo, conheça as características de cada material!

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travesseiros empilhados

Começo este texto com uma pergunta: você dorme de lado, de costas ou de bruços? Longe de ser boba, a resposta a essa questão é determinante para a escolha do travesseiro – ou melhor, dos travesseiros, porque a recomendação é sempre usar dois, com diferentes funções.

Os médicos são unânimes em relação a dois pontos: dormir de lado é o ideal e dormir de bruços deve ser evitado, porque pode gerar contraturas musculares.

Para quem se deita de lado, o travesseiro principal precisa ser um pouquinho mais alto a fim de ocupar o espaço entre o ombro e a cabeça. Ao mesmo tempo em que ele irá apoiar a curva lateral do pescoço, também sustentará a cabeça, o próprio pescoço e a coluna, que deve ficar alinhada. Um segundo travesseiro vai entre os joelhos, evitando o seu atrito e apoiando o peso do quadril.

No caso de quem dorme de costas, o travesseiro principal deixa de amparar a coluna, mas adquire a função de sustentar os ombros, além da cabeça e do pescoço. E, claro, também apoia a nuca. A segunda unidade vai sob os joelhos.

Vamos aos materiais:

Espuma de poliuretano

Não é dos mais macios, mas sustenta bem e é lavável. Entre os modelos feitos desse material, existe um que é anatômico, o contour pillow.  Há variações com molas.

travesseiro de Espuma de poliuretano

Espuma de poliuretano fresh

Também firme, essa variação do poliuretano tem furinhos que mantêm o travesseiro sempre fresco, segundo os fabricantes. Há uma variação com molas.

Espuma viscoelástica

travesseiro de Espuma viscoelástica

É o material do chamado travesseiro da Nasa, modelo que se adapta à temperatura e aos contornos do corpo, mas sem perder seu suporte firme. Tem proteção antiácaro. Há variações: com manta de gel refrescante; com molas; com altura regulável.

Flocos de espuma

É muito macio e barato. Cede facilmente, compactando mais e mais com o uso – por isso precisa ser trocado com frequência. Não é antialérgico.

Fibra siliconizada

Também conhecido como travesseiro de pluma sintética. É macio, volumoso e leve, mas nem sempre tem proteção antiácaro. Há uma variação que inclui uma bolsa d’água, o que permite regular a altura da peça.

Plumas e penas de ganso

São leves e macios, porém perdem pontos no quesito alinhamento da coluna, já que cedem ao peso da cabeça.

Látex natural

travesseiro de Látex natural

Tem muitos furinhos que contribuem para a ventilação natural e é lavável, mas pode causar alergias.  Há variações com altura regulável.

Látex sintético

São firmes, confortáveis e frescos, mas nem todos os modelos são laváveis. Há variações com altura regulável.

Já viu que a variedade é enorme, né? E, sim, dá trabalho escolher o travesseiro certo, mas lembre-se de que um modelo velho ou inadequado pode causar muito mais que uma noite de sono perdida. Pode trazer dor na região cervical, dores de cabeça e até mesmo o adormecimento de braços e mãos. Uma dica, é aproveitar os travesseiros da Meu Móvel de Madeira, todos da Altenburg! 

É por isso que ortopedistas e fisioterapeutas recomendam que, antes da compra, a gente teste os travesseiros, apertando-os e até deitando e apoiando a cabeça neles. Ou seja, vá até uma loja especializada e deixe a desinibição de lado! E, após a compra, sempre siga as orientações de manutenção presentes na embalagem.

Quer saber do último post? Clique aqui!

Me deu até um soninho…

Beijo pra você porque agora eu tenho um encontro marcado com o meu travesseiro!

Imagens: Free Images/Michael Kaufmann

Receitas da Vovó: rocambole Tem receita nova da vovó mais querida do Brasil!

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Receita de rocambole

Tem coisa mais gostosa do que chegar na casa da vó e ser recebido com um rocambole delicioso? Então, agora é a nossa vez de preparar essa maravilha e presentar as pessoas mais queridas.

Vamos lá?

Ingredientes – massa

8 ovos;
8 colheres de açúcar;
6 colheres de farinha de trigo peneirada

Modo de fazer – massa

  1. Bater as claras em neve, acrescentaras gemas, o açúcar e continuar batendo. Misturar à massa a farinha de trigo;
  2. Assar em tabuleiro untado com manteiga;
  3. Depois de frio, desenformar em cima de um guardanapo ou pano de prato umedecido, colocar o recheio de preferência e enrolar com a ajuda do próprio pano.

Recheios

  • Doce de leite condensado;
  • Creme de chocolate;
  • Goiabada com vinho;
Como fazer creme de chantilly? Bata as claras em neve e coloque – depois de bem batidas -, 2 colheres de açúcar e uma lata de creme de leite. Levar para gelar.

E aí, gostou? Acompanhe aqui a última receita!!

Tênis limpos e cheirosos Sim, eles podem ser lavados em casa mesmo. Então, bora aprender a fazer isso!

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Par de tênis secando pendurado no varal

Eu sei que ficar ouvindo “não”, “não” e “não” é uma chatice. Mas ainda acho que a melhor forma de começar este post é pelo que você não pode nem deve fazer com seus tênis. É que alguns pecados são mortais quando a gente fala sobre a conservação desses calçados tão caros.

Então, como quem está na chuva é para se molhar, vamos lá:

  1. Não deixe seus tênis de molho;
  2. Não use alvejantes nem amaciantes;
  3. Não coloque os calçados em máquinas de lavar ou secar;
  4. Não enxugue os tênis molhados com o secador de cabelo: o calor resseca e deforma as espumas e borrachas.

Agora que você já sabe muito bem o que não pode fazer, vamos ao que pode.

  1. Misture água fria e um pouquinho de sabão neutro e molhe um pano nessa mistura. Torça bem o pano antes de esfregar o interior e o exterior dos tênis com ele. Se for preciso, finalize com um pano umedecido apenas em água. Caso o modelo seja de couro sintético, é possível usar uma escovinha. Deixe secar bem, ao natural, antes de guardar;
  2. Esfregue uma borracha escolar em sujeiras nas partes plásticas e emborrachadas dos tênis;
  3. Molhe uma escova de cerdas duras em água e sabão neutro e esfregue a sola. Tire o excesso de sabão com um pano úmido;
  4. Se as palmilhas forem removíveis, retire-as e limpe-as com um pouquinho de sabão neutro e água, eliminando todo resíduo de sabão. Deixe secar naturalmente antes recolocá-las nos calçados;
  5. Caso não possa retirar as palmilhas, diga adeus ao chulé aplicando bicarbonato de sódio. É só salpicar o interior dos tênis com um pouco do produto, deixá-los em uma caixa fechada por quatro a cinco horas e depois esfregar as palmilhas.

Pronto: tênis limpos e bem-conservados sem ter muito trabalho!

Beijos,
Mica ♥

Imagem: Diabluses/iStock

 

Como limpar bijuterias? Nada como os métodos caseiros para recuperar o brilho de peças escurecidas.

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mulher limpando bijuteria em pedra com escova de dentes

Que pena que dá ver brincos, colares e anéis tão queridos ficarem escuros ou ganharem pontos esverdeados, não é? E isso é muito comum, resultado da oxidação natural sofrida pelos metais em contato com o ar e com o suor. Quando tratadas no início, as manchas tendem a sair. Porém o resultado deixa a desejar se você esperar muito para atacar o problema.

E é bom saber que existem manchas sem solução: as avermelhadas. É que elas não são manchas de verdade, mas sim a camada de cobre que integra o processo de folheação das bijuterias. Ou seja, quando as peças prateadas ou douradas ficam avermelhadas, é porque estão sofrendo corrosão.

Agora que a gente já sabe como guardar as bijuterias, neste post você vai descobrir como limpá-las. E também aprenderá a reduzir o risco de danos às peças – comecemos justamente por aí, pela prevenção.

Dicas de conservação

  • Não guarde, nem deixe as bijuterias no banheiro, pois a umidade do ambiente ataca as peças;
  • Não tome banho ou entre na piscina com suas bijus. Lembre-se, também, de retirar anéis antes de lavar as mãos ou a louça;
  • Coloque brincos, colares, pulseiras e anéis somente depois de aplicar perfume, cremes e produtos no cabelo;
  • Para evitar que miçangas e contas muito miúdas se desprendam, passe base de unha ou esmalte incolor sobre elas, tomando o cuidado de não aplicar o produto nas partes metálicas.

Dicas de limpeza

A minha receita favorita é à base de vinagre e bicarbonato de sódio, produtos que servem para limpar a casa inteira. Já falei sobre eles aqui, e é claro que são nota 10 na manutenção de bijuterias metálicas. Mas há outros três métodos que também uso, às vezes simplesmente para variar, outras para complementar uma primeira limpeza.

  1. Com vinagre e bicarbonato de sódio

    Em um recipiente, adicione:

    • 1 litro de água morna;
    • 2 colheres de sopa de detergente neutro;
    • 2 colheres de sopa de vinagre branco;
    • 2 colheres de sopa de bicarbonato de sódio

    Mergulhe as bijuterias por alguns minutos nessa mistura efervescente. Retire-as e esfregue com uma escovas de dentes. Enxague delicadamente. Enxugue as peças com uma toalha ou utilize o secador de cabelos na temperatura fria – o calor pode descolar aplicações.

  2. Com pasta de dente branca

    Com uma flanela ou uma escova de dentes, aplique a pasta em todas as partes metálicas da bijuteria. Esfregue um pouco e retire o excesso com um pano limpo. Passe uma flanela limpa para tirar qualquer resíduo de pasta. Se preferir enxaguar, seque muito bem depois. Pronto!

     

  3. Com bicarbonato de sódio

    Adicione um pouquinho de água morna ao bicarbonato para preparar uma pasta consistente. Aplique-a nas peças com uma escovinha, enxague e seque.

  4. Com sabão de coco e água

    Esta é uma opção para cordões, brincos e anéis exclusivamente de metal. Deixe os itens fervendo com um pedaço de sabão por alguns minutos. Desligue o fogo, proteja as mãos com luvas e esfregue-os com uma escova ou flanela. Enxugue bem.

Hum, sabe que eu me inspirei para limpar dois ou três colares que estão precisando? Vou fazer isso já!

Beijos,
Mica ♥

Foto: Katarzyna Bialasiewisk/iStock