Receita da Vovó: Cocada de Forno Chegou o inverno e com ele aquelas delicias gostosas e quentinhas ♥

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Quem é que não lembra das cocadas das festas, tenho certeza que marcou a infância de muitas pessoas, inclusive a minha!

E essa receita em especial é de minha mãe, Graça Góes, vocês tem alguma dúvida que eu amo? Ela tá lá no  Caderno de Receitas da Vovó Risoleta.

Vamos a receita?

Ingredientes

2 ovos inteiros;

2 xícaras de açúcar;

1 coco grande descascado e ralado (rale pela parte de fora);

2 colheres de sopa de manteiga;

2 colheres de sopa de queijo ralado;

Modo de Fazer

  1. Misture todos os ingredientes com as maos;
  2. Unte o refratário e leve ao forno até dourar;
  3. Depois de 30 min está prontinho!

Super fácil, hein?!

Beijos,

 

Mica e Vovó ♥

O guia prático dos congelados – nível básico Deixe que digam, que pensem, que falem... saber aproveitar os benefícios do congelamento de alimentos é uma das melhores coisas que você pode fazer pela sua cozinha e pela sua saúde!

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Já ouvi dizer que comida congelada é sinônimo de comida sem afeto. Hum, será
mesmo? Outra ideia comum: a de que, depois de uma temporada no freezer, os
alimentos ficam menos nutritivos, sem sabor e com a textura esquisita.

Olha, vamos por partes, como diria Jack. Para começar, eu diria que uma
prática que ajuda a evitar o desperdício de alimentos e a ter comida caseira no
prato todos os dias (mesmo nos mais corridos) transborda afeto, na verdade.

Quanto à perda de nutrientes, ela existe e fica em torno de 10% a 15%. Eu,
particularmente, acho que, se não dá para cozinhar diariamente, vale a pena
abrir mão dessa quantidade de vitaminas para ganhar os benefícios que listei
acima.

Agora, sobre a alteração no sabor e na textura dos alimentos, a questão é que
não basta ir enfiando tudo no freezer de qualquer jeito. Existem regrinhas que
fazem toda a diferença na hora de congelar e descongelar diferentes alimentos.
Vamos conferir as essenciais? Com elas, já dá para fazer um bom proveito do
congelador.

• Alguns itens ficam com a textura tão diferente da original depois de
descongelados que realmente não vale a pena. Eis os principais: batata cozida,
ovo cozido e ovo cru na casca, clara em neve, chantilly, maionese, iogurte,
cremes à base de amido de milho, creme de leite, gelatina, frituras e vegetais que
se deseja consumir in natura (isso vale para frutas, salada etc.).

• Por falar em vegetais, em geral eles pedem um cuidado extra, chamado de
branqueamento. Não é nada de outro mundo: é só lavar, picar, escaldar em
fervura por 2 a 3 minutos, passar na água gelada e secar bem antes do
congelamento.Uma dica para preservar a cor original dos legumes é acrescentar, na água da
fervura, uma pitada de sal se eles forem verdes ou amarelos, ou uma colherinha
de vinagre se forem brancos ou vermelhos.

Como a lista dos vegetais que precisam passar pelo branqueamento é imensa –
incluindo abobrinha, beterraba, batata, berinjela, brócolis, espinafre… –, fica
mais fácil listar aqui aqueles que não precisam: couve, pimentão, ervilha e
mandioca.

• Não compre polpa! Frutas picadas congeladas podem virar um belo suco
natural a qualquer hora.

• No caso de aves, peixes, leite e laticínios em geral, o descongelamento deve ser
o mais lento possível, ou seja, dentro do refrigerador. Ah, vale a pena saber: com
exceção da ricota e do queijo fresco – que se congelados só poderão ser usados
posteriormente em misturas –, os demais estão liberados para o freezer,
incluindo o queijo ralado.

• O ideal é consumir o alimento até 24 horas depois do descongelá-lo, portanto,
congele sempre em porções pequenas.

Nos próximos posts vamos avançar para os níveis intermediário e avançado,
combinado?

Beijos,

Mica ♥

Como limpar as paredes pintadas? Esqueça as soluções mirabolantes encontradas na internet e siga as orientações do fabricante da tinta. Não sabe qual é ela? Então adote a limpeza básica

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Gente, essa é uma das situações em que não existe truque, apenas uma regra
simples, que muitas vezes é menosprezada: observar as recomendações do
fabricante. Afinal, cada tinta passa por uma série de testes, e ninguém melhor
que a própria empresa para dizer como usá-la e, inclusive, cuidar de sua
manutenção depois de aplicada. Se as instruções não estiverem claras no
rótulo ou no site, não hesite em entrar em contato com o serviço de
atendimento da marca.

Para facilitar a vida e ajudar quem não sabe qual tinta foi empregada nas
paredes, posso contar que a orientação geral é igualmente básica: usar
esponja macia ou pano umedecido e um pouco de detergente neutro (e sem
corante). Aí, vai ter gente dizendo que fez exatamente isso e a parede
manchou. Pode acontecer, sim, mas é muito provável que se tenha exagerado
na força. Não pode, gente: tem que passar a esponja com movimentos suaves,
uma vez que, além do produto errado, o excesso de atrito também pode
desbotar a cor ou até remover parcialmente a pintura.

Isso vale para a maioria das tintas, não somente para as chamadas laváveis –
seu diferencial é que são hidrorrepelentes, ou seja, repelem água e outros
líquidos, o que é uma mão na roda na hora de tirar manchas de molho ou
bebida, por exemplo.

Ah, após a lavagem, deixe a superfície secar bem antes de encostar um móvel
ali.

Alguns acabamentos são mais amigos da faxina
“O acetinado e o semibrilho apresentam maior resistência que o fosco”,
observa Argemiro Sanches, gerente de Trade Marketing das Tintas Eucatex.
Mesmo nesses casos, ele reforça que os materiais indicados continuam sendo
um pouquinho de água e detergente neutro. E acrescenta que não se deve
usar o lado áspero da esponja, novamente com a ideia de reduzir a fricção.

O que fazer com superfícies texturizadas?

A limpeza delas naturalmente já produz mais atrito, então, antes de mais nada,
o ideal é passar delicadamente uma escova ou vassoura de cerdas macias na
parede para retirar o pó ou qualquer outra sujeirinha sólida. Só então se parte
para a água e o detergente.

O tipo de parede determina o modo de limpar?

Tijolo, bloco de concreto, bloco cerâmico, drywall… O material que forma a
parede não tem tanta influência sobre o método de higienização, mesmo que
seja o drywall, uma placa de gesso acartonado. Segundo a Placo, fabricante
desse tipo de produto, ele não requer cuidados específicos quanto à limpeza.
Basta não jogar água diretamente na superfície, cuidado que as paredes
convencionais também merecem.

Restou alguma dúvida? Pois fica a dica do início do post: entre em contato com
o S.A.C. do fabricante. Mais vale perder uns minutinhos escrevendo um e-mail
ou fazendo um telefonema do que ter dor de cabeça depois, não é?

Beijos,

Mica ♥

 

 

Receita da Vovó: Pudim de Aipim

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Essa é uma das minhas preferidas, fica super molhadinho, fica fofinho, fica uma delicia!

A receita de pudim de aipim é da Gilda Cury, e está entre as delícias no Caderno de Receitas da Vovó Risoleta.

Bora fazer pudim? Bora!!

Ingredientes

1 kg de aipim ralado (cru);
1 xic de chá de açúcar;
1 pitada de sal;
2 gemas;
2 claras em neve;
1 colher de sopa de manteiga;
1 lata de abacaxi em calda;
1 xic de leite ou um litro de leite de coco;

Modo de Fazer

  1. Bata todos os ingredientes juntos por último, coloque as claras em neve;
  2. Mexa com cuidado, misturando todos os ingredientes;
  3. Despeje em uma forma untada com manteiga;
  4. Leve ao forno.
  5. E, prontinho!! <3

Super fácil, hein?!

Beijos,
Mica e Vovó ♥