Como fazer o descarte de lâmpadas? Lâmpada não combina com lixo comum, quando ela queima ou quebra, entregue-a em postos de coleta especializada.

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lampadas

A gente já aprendeu o lugar certo de descarte dos remédios, então, no post de hoje, eu ensino os cuidados que você deve ter ao descartar as lâmpadas em casa. Vem comigo!

Provocar cortes em quem as manuseia é só um dos problemas que as lâmpadas oferecem quando são jogadas no lixo comum. Se forem do tipo fluorescente, ainda existe o risco de contaminação por mercúrio e chumbo. Metais tóxicos que vão no interior desses produtos.

Inalado ou em contato com a pele, o mercúrio pode causar muito mal. São tremores, náuseas, dores de cabeça, delírios, perda de reflexos, coceira, vermelhidão e outros sintomas. Se for ingerido, pode levar a úlceras. E quem tem contato prolongado com esse metal pode ter mau funcionamento do fígado, dos rins e do cérebro.

Imagine que, ao sair da sua casa, o lixo ainda passa pelas mãos de funcionários do prédio (se você morar em um), dos garis que trabalham nos caminhões de coleta e, muitas vezes, vai parar em lixões. Onde crianças, adultos, velhos e animais estão em busca de qualquer coisa que lhes sirva. Sem contar que os resíduos acabam chegando ao lençol freático e aos rios. Ou seja, se você descarta uma lâmpada do mesmo jeito que descarta restos de comida, coloca em perigo um monte de gente e a natureza.

Entendeu porque é tão importante entregar as lâmpadas – em especial as fluorescentes – para o descarte correto? Se você não conhece nenhum posto de coleta perto da sua casa, entre no site do eCycle e, entre os Postos de Reciclagem. Aí é só procurar por aqueles que recebem os diferentes tipos de lâmpadas.

A natureza, a humanidade e eu agradecemos.

Beijos,
Mica ♥

Imagem: Free Images/Mario Alberto Magallanes Trejo

7 formas de organizar suas receitas Os métodos são muitos, portanto cabe a você entender a qual sistema se adapta melhor!

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como organizar as receitas?

Ok! Eu sei que muitas pessoas ainda não conseguiram se desapegar das velhas caixinhas repletas de fichas escritas à mão, como na foto acima. Mas hoje em dia existem tantas outras formas de organizar as receitas que eu quis falar sobre o tema aqui, atendendo ao pedido de uma leitora do blog.

Antes de esmiuçar o tema, porém, quero dar uma notícia para os fãs da Vovó Risoleta: estou preparando um livro com as melhores receitas da minha avozinha querida. Ele será lançado antes do Natal, o que significa que você pode pedir um exemplar ao Papai Noel! Bom, né?

Mas, voltando ao tema deste post, preciso fazer uma pergunta: você prefere papel ou computador na hora de organizar e consultar suas receitas?

Tem gente que adora a praticidade de ir para o computador, o tablet ou o celular e procurar tudo o que precisa, inclusive receitas. Com a vida corrida que se leva hoje em dia, isso pode encurtar a processo – desde que você saiba exatamente o que está buscando.

Mas eu entendo quem tem apego ao papel. Quem adora um caderninho para isso, outro caderninho para aquilo – desde que não haja mais um e mais um e mais um, tá? Porque, se isso acontecer, serão dois os problemas: a limitação de espaço e a dificuldade de encontrar o que precisa!

Vamos começar pelas regrinhas que valem tanto para o papel quanto para o computador:

  1. O critério mais que básico é dividir as receitas por categoria, como fazem os livros especializados. Se houver um índice, ele será assim: aperitivos, saladas, sopas, massas, aves, carnes, peixes, acompanhamentos, pães, bolos e sobremesas. Outra sugestão é segmentar pelo tipo de culinária, caso você goste de passear pelas cozinhas do mundo: asiática, brasileira, italiana, portuguesa, francesa, etc;
  2. Receitas para testar: essa é uma subcategoria que pode estar dentro de cada uma das categorias anteriores. Se você apenas ocasionalmente experimenta um prato diferente, setorize as receitas novas de forma mais simples, apenas como salgadas ou doces;
  3. Sempre que testar uma preparação nova, transfira-a para a categoria definitiva – caso tenha sido aprovada, claro. Ou dispense-a, se não tiver gostado.
  4. Uma dica legal é fotografar o prato pronto e juntar a foto à receita, registrando algum truque de preparo, uma modificação que tenha feito ou que queira fazer na preparação.

Para quem usa papel

Caderno

Se preferir a forma mais tradicional de organizar receitas, mantenha dois cadernos: um para salgados e outro para doces. Escolha modelos resistentes, com capa dura e espiral, mais fáceis de folhear e de manter na página desejada. Separe uma quantidade de folhas para cada categoria, levando em conta as receitas que já têm e as que acrescentará no futuro.

Scrapbook

É um álbum de colagem, mas só para receitas. Depois de separadas as páginas para cada categoria, você pode preenchê-las de diferentes formas, ou seja, escrevendo à mão e colando receitas retiradas dos mais diversos locais: revistas, rótulos (limpos!!!!), impressas a partir do computador. Dá até para pegar aquela folhinha de papel que já está se desmanchando, mas tem uma receita deliciosa anotada pela sua avó, e fixá-la no caderno. E você pode, ainda, fotografar esse papel e colar a imagem.Scrapbook de receitas

Fichário

Você é da época em que as meninas colecionavam papel de carta? A ideia é a mesma aqui: um fichário cheio de envelopes plásticos transparentes, cada um deles preenchido com pelo menos duas receitas, uma na frente e a outra no verso. Se tiver um monte de receitas, use um fichário para salgados e outro para doces para que a pasta não fique pesada demais.

Concordo que esse sistema pode ser menos charmoso que um caderno ou um álbum de scrapbook. Mas a praticidade e a higiene dão de 10 x 0.

No fichário você pode colecionar receitas escritas à mão, impressas, recortadas de revistas e jornais etc. Se acabar o espaço de uma categoria, é só acrescentar mais envelopes plásticos e pronto.

Além disso, não é preciso levar a pasta completa para a cozinha: basta pegar o envelope que interessa. E se algum ingrediente espirrar nele, é só passar um paninho com uma gota de detergente e devolver ao fichário após a conclusão do prato.

Vai dizer que não é muito mais fácil?!

fichário para receitas

Livros de culinária

Em geral eles são bonitos, então vale a pena incluí-los na decoração, criando um cantinho para eles na estante ou em uma prateleira. Assim você sempre se lembrará de consultá-los quando quiser ideias para o almoço.

livros de receitas

Para quem usa computador, celular e tablet

Pastas no computador

Assim como a gente cria pastas para assuntos de trabalho, dá para criar pastas para tipos de receitas. É só seguir aquelas categorias que eu citei lá no início deste post (aperitivos, saladas…). E você pode ter diferentes tipos de arquivo dentro de cada pasta. São documentos em word, fotos, PDFs etc. Assim como no papel, vale abrir uma subcategoria de preparações para teste.mulher fazendo receita com computador

 

Arquivos online

 

Para consultar sua coleção onde quer que esteja e de qualquer dispositivo (computador, tablet, smartphone), mantenha-a na nuvem. Use aplicativos como Evernote, Google Docs, iCloud, Google Drive e Dropbox. Se você utiliza o Pinterest, também pode criar painéis temáticos de receitas dentro dessa rede social.

Apps de receitas

 

 

Existe uma infinidade de aplicativos gratuitos, muitos deles com receitas testadas. É escolher, baixar, navegar e experimentar as sugestões. Não gostou? Parta para outro!

tablet com app de receitas

Não será por falta de métodos de organização de receitas que você deixará de surpreender a família e os amigos com sabores marcantes, hein?

Beijos,
Mica ♥

Imagens: iStock/Feira de Ideias- ELO7/vadimguzhva- iStock/Cris Teixeira

 

Receitas da Vovó: Brigadeiro de Uva Hoje a Vovó Risoleta ensina a clássica sobremesa!

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receitas da vovó: brigadeiro de uva com chantilly

Semana passada a gente aprendeu a fazer um pudim de leite condensado e essa semana a gente continua na onda das sobremesas! Vovó Risoleta fofíssima veio compartilhar a receita mais clássica nos almoços de domingo na casa da vó: o famoso brigadeiro de uva!

Eu já tô salivando e tenho certeza que vocês também! Então vamos para a receita? Anota tudo aí!

Ingredientes

1 quilo de uvas sem caroço;
2 latas de leite condensado;
4 colheres de sopa de achocolatado;
1 lata de creme de leite

Modo de Fazer

  1. Em um prato refratário retangular, forrar o fundo com as uvas bem lavadas;
  2. Fazer um brigadeiro com o chocolate e o leite condensado – o brigadeiro deve ser mole;
  3. Despeje o brigadeiro sobre as uvas;
  4. Quando esfriar coloque o creme chantilly.

    Para fazer creme chantilly:
    1. Bater as claras em neve, com 4 colheres de sopa de açúcar.
    2. Colocar 2 colheres mal cheias de creme de leite sem soro.
    3. Bater bem.

Depois conta pra gente como essa delícia ficou!

receita de brigadeiro de uvaBeijos,
Mica e Vovó ♥

 

Livros: qual a melhor forma de ordená-los? Tudo depende da quantidade de volumes e da rotina de cada um, mas aqui vão algumas ideias para você experimentar!

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Estante de Livros

Recentemente uma amiga me falou sobre seu pequeno drama doméstico. Ela chegou em casa após o trabalho e descobriu que a nova diarista tinha resolvido limpar as estantes de livros. Em vez de ficar feliz, minha amiga quase chorou! Parte dos exemplares estavam de cabeça para baixo, outros com a lombada virada para trás, todos os autores e assuntos misturados.

Eu posso entender a frustração dela. Quem tem uma biblioteca precisa de tempo e concentração para encontrar a melhor forma de dispor os títulos, de modo que sempre encontre aquele que busca.

Entre os sistemas de organização, há alguns baseados unicamente na estética: por cor ou por tamanho. A estante pode até ficar linda, mas, para mim, não funciona.

A organização ideal depende de uma sequência de passos. É como partir da macro para a microssetorização – algo de que eu já falei nesse post sobre ateliê. Quanto maior a quantidade de livros, maior a microssetorização. Se você não tiver tantos livros assim, é bem possível que venha a pular alguns passos desse método. Vamos lá?

livros organizados

Como organizar seus livros?

PASSO 1: Criança/Adolescente/Adulto

Se na sua casa há gente de todas as idades e os livros ficam em um ambiente comum, separar os títulos infantis dos adolescentes e dos adultos é a primeira coisa a fazer.

PASSO 2: Assunto

Literatura é uma coisa, títulos sobre astronomia são outra e livros relacionados à casa são uma terceira. E há muuuuitos outros tipos ainda. Observe toda a sua coleção e monte grupos de livros da mesma área.

livros organizados na horizontal

PASSO 3: Temas/Gênero/Autores/Países

Reunidas as obras de um determinado assunto, procure por diferentes temas dentro dele. No assunto casa, por exemplo, você pode ter títulos sobre decoração, arquitetura, organização, jardinagem etc. Crie esses subgrupos.

Quando se trata de literatura, quem se liga no tipo de livro – e não no autor – talvez prefira a classificação por gêneros: policial, romance, ficção científica e por aí vai. Mas eu, sinceramente, acho pouco prática, já que nem sempre é possível identificar facilmente o gênero de uma obra.

Eu prefiro mesmo é agrupar os volumes por autor, porque é muito comum a gente ter mais de um título de cada escritor, não é mesmo? E outro critério que se pode somar a esse é o país ou o continente de origem do autor. Assim, você terá um lote de livros de escritores brasileiros, outro de americanos, outro de chilenos e por aí vai.

PASSO 4: Na estante

Agora que você já tem vários grupinhos separados, chegou a hora mais gostosa, a de distribuí-los pelo espaço. Se as estantes tiverem de comportar também os títulos infantis, o ideal é reservar as prateleiras mais baixas para eles, ao alcance das crianças. Resolvido esse aspecto, mais alguns critérios entram em campo: tamanho e ordem alfabética.

O tamanho vale principalmente para aqueles livros grandes, de capa dura, que costumam ter muito mais fotos que texto. Então, ao organiza-los, coloque os volumes em ordem crescente ou decrescente e faça o mesmo com os demais subgrupos. Para um efeito estético mais legal, você pode intercalar as sequências de volumes com algumas pilhas de títulos dispostos na horizontal.

Já a ordem alfabética, organiza os livros de leitura pelos nomes de seus autores. E aí você precisa definir se vai considerar o primeiro nome ou o sobrenome e manter sempre esse mesmo critério. No grupinho de cada autor, pode-se arrumar os exemplares pela ordem alfabética dos títulos, pelo ano de publicação ou pelo tamanho. Quando chegamos nessa fase tão miúda da organização, eu acho que a estética pode ter a primazia e o tamanho ser o fator decisivo.  

E por último, mas não menos importante: disponha os livros de modo que os títulos apareçam sempre no mesmo sentido de leitura. Isso facilita a sua identificação e traz a sensação de ordem. Só como teste, experimente dispor tudo direitinho e deixar umas duas ou três lombadas invertidas. Provavelmente esses exemplares saltarão aos olhos.

Eu espero que a minha amiga, depois de ler este post, arregace as mangas e deixe as estantes dela organizadinhas de novo! E você também, hein?!

Ah, aproveite e complete a sua biblioteca com o Livro Santa Ajuda com Micaela Góes – e de quebra leve umas dicas pra organizar a casa toda! :p

Beijos,
Mica ♥

Imagens: FreeImages/FastFood e FreeImages/Ana Labate